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SENTIMENTO DE INFÂNCIA: MÚLTIPLOS OLHARES

Convidamos você para uma reflexão sobre a concepção de criança e de infância que permeia a nossa forma de educar as crianças.

Ana Maria Louzada Para que possamos educar e cuidar de uma criança, necessário se faz refletir sobre os múltiplos olhares que vem sendo produzidos sobre a criança e a infância ao longo da história da humanidade. Conhecer um pouco a história da criança e como que o sentimento de infância vem se produzindo, ajuda a compreender melhor qual a nossa concepção de criança. Isso porque a concepção que temos de criança tem implicações na forma como educamos e cuidamos dos nossos filhos e das nossas filhas. Assim, reconhecer e compreender como estamos educando e cuidando das crianças, se estamos agindo da melhor maneira, ajuda a melhorar a qualidade da sua formação.
Para Pensar! - Qual é a sua concepção de criança e de infância? - Que sentido de filho e/ou filha você está construindo ao longo da sua história? - O que você pensa sobre educação? - E sobre educar uma criança? - Como …

AS AULAS COMEÇARAM!

ACOLHENDO AS CRIANÇAS: QUESTÕES PARA PENSAR
As aulas começaram! As crianças estão iniciando sua jornada letiva. Uma semana de pura expectativa! Sim, as crianças chegam às escolas infantis com muitas expectativas. Você já pensou sobre as expectativas das crianças? Muitos compreendem esse tempoespaço de início das aulas como um período de adaptação. Sugerimos redimensionar esse conceito. Ao invés de adaptação, em respeito às expectativas das crianças, destacamos esse momento, como um tempoespaço de ACOLHIMENTO. Isso porque, quando acolhemos, não temos a pretensão de adaptar as crianças e sim de entendê-las, compreendê-las, e, a partir daí orientá-las e ensiná-las, com vistas a promover a constituição de sujeitos seguros, interessados pelas atividades escolares e pela vivência em comunidade com consciência crítica. Desta forma, devemos receber as crianças com muito amor e carinho sem perder o rigor que a nossa profissão exige, de sermos professoras(es) com atitudes de educadoras(es). Viver esse mo…