Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Janeiro, 2017

COMPARTILHAR COM AS CRIANÇAS OS MOTIVOS DAS REGRAS

Ana Maria Louzada As crianças conseguem vivenciar as regras, quando as compreendem. Não basta dizer “não pode”, “não vai”, “porque não”, etc. É importante compartilhar com elas os motivos reais. Quando as explicações se revelarem muito complexas devemos orientar de forma que consigamos nos fazer entender. Uma dose de afeto faz a diferença. Por exemplo: “Você ainda não pode fazer a sua pipoca, porque pode se queimar; eu te amo muito, e desejo que você fique bem.Mas você pode pegar a vasilha de plástico para comermos a pipoca juntos(as)”. A demonstração de carinho e clareza na orientação ajuda a criança a compreender seus limites e as suas possibilidades. 

BIRRAS OU REIVINDICAÇÕES? EIS A QUESTÃO...

Muitas vezes as famílias cedem às birras das crianças, na intenção de se verem livres dos conflitos.
Ana Maria Louzada
Ao compreendermos que em muitas situações a birra é uma forma de reivindicar seus desejos e interesses, lidaremos melhor com a criança “birrenta”. Lidar com crianças que fazem pirraças, não significa ceder aos seus caprichos, mas aproveitar esses momentos para à altura das crianças, olhando em seus olhos, explicar sobre os limites da situação em questão. Não se deve ceder por causa da birra, mas se na conversa (diálogo) chegarem a um consenso, nada impede de se revisar as questões que provocaram tal situação. A criança vai compreendendo aos poucos que ela não vai ser autorizada a ter ou fazer tudo que deseja no tempo espaço que quiser. Não ceder às birras, não significa ser indiferente à sua atitude, masestabelecer os limites necessários nesses momentos desafiadores.